Referência sobre Êxodo 21:2
כִּ֤י תִקְנֶה֙ עֶ֣בֶד עִבְרִ֔י שֵׁ֥שׁ שָׁנִ֖ים יַעֲבֹ֑ד וּבַ֨שְּׁבִעִ֔ת יֵצֵ֥א לַֽחָפְשִׁ֖י חִנָּֽם׃
Se <span class="x" onmousemove="Show('perush','Há duas formas de aquisição de um escravo hebreu: 1º - o tribunal de Torá vende-o, caso haja roubado, e não possa pagar o que deve pelo roubo. 2º - se a pessoa é tão pobre que não encontra mais meio de vida, permite a Torá que este venda a si próprio, se assim quiser (Lv 25:39). No primeiro caso, a pessoa ganha o aprendizado da honestidade, pois o que o compra não pode maltratá-lo, senão tratá-lo como familiar, por ser filho de Israel, e aprende a trabalhar em companhia de pessoas compreensivas e honestas. Geralmente, se não tinha profissão, adquire durante estes seis anos.');" onmouseout="Hide('perush');">comprares</span> um <span class="x" onmousemove="Show('perush','Este é um dos preceitos que são cumpridos somente quando todas as tribos acham-se na Terra de Israel, em conjunto, pois dependem do “iobel” (jubileu). São os outros preceitos que dependem do jubileu: leis concernentes às casas das cidades muradas (“batê ’arê ĥomá”), campo de herdade (“sedê aĥuzá”), campo de anátema (“sedê ĥaramim;”), e o peregrino habitante (“ger tochab” - não confundir com o comumente chamado “ger” - que é o convertido ao judaísmo), e “chemitá” (ano sabático). Este último em nossos dias é cumprido por decreto dos Sábios do Talmud, assim como os casos pecuniários (empréstimos e dívidas, que se desfazem no ano sétimo).');" onmouseout="Hide('perush');">servo hebreu</span>, seis anos servirá; mas ao sétimo sairá forro, de graça.